A tradução literal de “Tai” é “Grande” ou “imenso”, “Supremo”, enquanto que “Chi” se traduz como “energia fundamental”. “Chuan” significa punho, dando o caris marcial a esta actividade. O Tai Chi Chuan tem assim uma base marcial, sendo praticada hoje em dia com movimentos suaves, fluidos e descontraídos como água.
O Tai Chi Chuan está relacionado com o gerar e sentir energia através do movimento, energia fundamental, essa que governa o universo e tudo o que nele existe. Designa o momento em que os pólos opostos e complementares do Yin e Yang geram os movimentos e transformações do Universo.
A palavra Qigong (leia-se Chi Kung) é formada por dois ideogramas (caracteres chineses que transmitem uma ideia). O primeiro – Qi (Chi), poderá ser traduzido como já foi referido em cima como “energia fundamental” ou “sopro vital”. O outro ideograma “Gong”, é muitas vezes usado em vez do ideograma Gongfu que significa arte.
O Qi Gong pode assim ser traduzido como “Arte do Movimento”, a arte de regular e harmonizar a energia, que tem vindo a ser desenvolvida na China há milhares de anos.
Esta prática tem por objectivo específico o desenvolvimento do Qi – palavra chinesa que, neste contexto, descreve a energia intrínseca ou vital do Ser Humano.
Ambos são compostos por sequências de movimentos, sendo o Tai Chi mais dinâmico em comparação com o Qigong que tem movimentos igualmente fluidos e suaves, mas mais estáticos ao nível dos membros inferiores.
Sendo uma prática de Exercícios Terapêuticos, conta com inúmeras vantagens e benefícios como o aumento da vitalidade, diminuição do cansaço, melhorias ao nível da concentração, memória e sono, serenidade e relaxamento, melhoria da condição física, entre outros.



